Dúvidas gerais

- Perguntas frequentes

Hoje a Finamac possui três cursos disponíveis, ministrados na própria empresa:
a) Workshop: é uma apresentação do mercado de sorvetes, com informações como tendências, público alvo, tipos de sorvete, tipos de distribuição, máquinas e suas capacidades, vantagens, tipos de sorvetes produzidos pelas máquinas e suas qualidades, investimentos e possíveis lucratividades. Eles ocorrem todas as quintas-feiras do mês, e pelo menos um sábado, tendo duração de 4 horas.
b) Fabricação de Sorvetes: este curso contém a teoria de fabricação de sorvetes incluindo os tipos de sorvetes, consumo, os tipos de ingredientes, a função de cada um dos ingredientes e suas fontes, receitas, noções de higiene, legislações, equipamentos para produção e parte prática.
Ministrado pela professora Sandra Yazaki, com duração de 20 horas, aprofunda conhecimento de sorveteiros para a elaboração de sorvetes, a partir do estudo do balanceamento de sua fórmula. São estudadas fórmulas específicas de cada sabor de sorvetes artesanais, com frutas ou bebidas alcoólicas.
As datas dos cursos estão publicadas no nosso site (www.finamac.com.br), onde é possível efetuar a inscrição na data e curso desejado, para que seja possível a reserva de vaga. Após a inscrição, o departamento de treinamento entrará em contato para informar as condições de pagamento e efetivação da matrícula.
c) Treinamento Exclusivo: direcionado para o cliente que adquiriu a máquina, é baseado nas necessidades de cada cliente em função dos equipamentos adquiridos, focando na garantia de aprendizado de manuseio do equipamento, fabricação de sorvetes ou picolé, noção de boas práticas de fabricação, balanceamento de formulações e manutenção preventiva.
Para maiores informações acesse Cursos
R: Depende do curso escolhido:
•Workshop: 4 horas. Das 13h30min às 17h as quintas, e aos sábados das 8h às 12h.
•Básico: 7 a 8 horas, das 9h às 16h00.
•Aperfeiçoamento: 20 horas. Os horários são especificados no site.
•Demonstração de Linha Industrial: 4 horas, das 13h às 17h.
R: Somente o Treinamento Exclusivo é feito de acordo com a compra do equipamento. Os outros cursos são agendados e as datas são exibidas no site www.finamac.com.br.
R: Depende principalmente do equipamento comprado, pois nele são baseados conteúdos teóricos, práticos e operacionais.
R: Sim, o treinamento é ministrado no nosso espaço de treinamentos, específicos para as partes práticas e teóricas.
R: Infelizmente ainda não temos este material em vídeo ou online, porém estamos em desenvolvimento. Se for de seu interesse, podemos contatá-lo quando estiver pronto.
R: Não, os cursos são obrigatoriamente presenciais devido à parte prática.
R: Sim, a Finamac durante o treinamento, passa uma série de informações de abertura de empresa, balanceamento de formulações para sorvete, lista de fornecedores e parceiros, como montar a sorveteria, Boas Práticas de Fabricação e uma gama de receitas, além do essencial que é o manual da máquina.
R: Sim, com a máquina, o cliente recebe indicação de todos os fornecedores necessários para a produção, venda e abertura de negócio, tendo opção assim de escolher a mais viável.
R: Abaixo seguem indicações de hotéis perto do Show Room e Centro de Treinamento da Finamac:

Gold Star Hotel
Av. Dr. Ricardo Jafet, 366
Ipiranga, São Paulo - SP
(11) 2914-4228

City Palace Hotel
R Manifesto, 940
Ipiranga, São Paulo - SP
(11) 2274-9824

Hotel Volta do Mar
Rua Bom Pastor, 390
Ipiranga, São Paulo - SP
(11) 2215-8480

Algo Mais Hotel
R Gonçalves Ledo, 416
Ipiranga, São Paulo - SP
(11) 2274-4777

IBIS
R. BARONESA DE BELA VISTA, 801
VILA CONGONHAS
04612002 - SAO PAULO
(11) 50973737
R: Varios pontos devem ser observados, mas os dois principais são:
- Equipamentos que não atingem a temperatura ideal de extração do picole,ou seja, para atingir a produção informada o picolé tem que ser extraído sem atingir a temperatura ideal.
- Receita.
R: Sim, a Contínua possui uma válvula de incorporação de ar, na qual o sorveteiro pode aumentar ou diminuir a quantidade de ar colocada no sorvete, a fim de produzir diferentes produtos.
R: Sim, a produtora contínua possui um sistema de controle da velocidade de batimento, para o sorveteiro dispor de opções de agilidade de produção compatível ao seu planejamento.
R: Todos os componentes dos equipamentos Finamac Arpifrio, inclusive da parte estrutural, são modulares e herméticos, permitindo fácil substituição e até modernização.
R: A Finamac produz e vende as máquinas. Em casos de outros estados podemos indicar nossos representantes, mas as máquinas serão produzidas na matriz.
R: O equipamento é entregue inteiramente montado, basta ser instalado para iniciar sua produção.
R: Somente em alguns estados do país, em outros vendemos diretamente.
R: Não, a Finamac atende a todos os clientes, desde iniciantes até empresas de grande porte.
R: Não fazemos financimento direto. Trabalhamos com BNDES, PROGER e Leasing.
R: Não, o frete é por conta do cliente.
R: A garantia do equipamento é de um ano e restrito a problemas causados por falhas na fabricação.
R: Receitas são passadas em nosso treinamento, onde é apresentado o balanceamento de formulações a fim de que o futuro sorveteiro seja capaz de criar suas próprias receitas de maneira que consiga inovar no mercado.
R: Cada equipamento tem a sua voltagem. Contate nosso consultor para detalhes sobre o equipamento desejado.
R: Os gelados comestíveis a base de fruta são elaborados a partir de quaisquer ingredientes acima, porém o balanceamento deve estar correto e de acordo com o ingrediente que deseja utilizar.
R: A Finamac possui uma série de transportadoras que podem ser indicadas ao cliente, se este já não possuir alguma de sua confiança.
R: A abertura constante do freezer permite a entrada de ar mais quente e úmido, provocando variações de temperatura e formando o gelo.
R: Porque a calda do picolé não está muito grossa, o que é característico de calda não pasteurizada. Mas existem alternativas:
•Deixar a calda bem gelada, quase congelando, colocar os pedaços e já colocar direto para congelar;
•O uso de espessantes.
R: O sistema mais indicado é o de filtro de duplo carvão ativado, que também retira o gosto do cloro
R: Não pode colocar água no álcool, ele vai a concentração de 92 a 99%, justamente porque seu ponto de congelamento é bem baixo, se adicionar água esse ponto vai ficar mais próximo de zero, o que engrossa o álcool e diminui a transferência de calor, diminuindo o rendimento da máquina. Para evitar o desperdício, deixe a forma escorrer bem, e sempre mantenha o álcool a temperaturas negativas, para que ele não evapore.
R: Segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Sorvete, o Brasil está em 10º no ranking mundial de produção de sorvete, enquanto o consumo per capita é de 5,77 litros, nos conferindo o 11º lugar no ranking de consumo, com a tendência a aumentar com o crescimento do consumo não sazonal. O consumo em litros teve aumento de 63,07% doa anos de 2002 a 2010. O consumo de sorvete é dependente de 5 fatores: o desenvolvimento econômico do local, a renda per capita média, a cultura local, a abundância de matérias primas e o clima.
Picolé base água: R$ 0,07
Picolé Base leite: R$ 0,15
Litro de Sorvete de Massa (60% de incorporação de ar): R$ 1,30 à 1,75
Litro de Sorvete de Massa (110% de Incorporação de ar): R$ 1,00
R: Com a receita atual, baseada nos valores dos ingredientes no atacado, o balde de 10L sai por R$13,00, e pode ser vendido, por uma média de R$ 31,00. Porém, o preço de venda depende do publico alvo em questão.
R: Esta informação depende da forma, da quantidade de picolés por forma e a quantidade de volume por picolé da forma. Um exemplo: para o picolé convencional que tem 63 ml, em uma forma de 24 picolés, serão necessários, 6,048 litros de calda para fabricação na Turbo 8, com produção de 96 picolés. Portanto, cada litro rende aproximadamente 16 picolés. Cada bola pesa em média 60 g, portanto cada litro produzirá cerca de 60 bolas.
R: O custo varia de acordo com a receita. Considerando-se um picolé de qualidade, com o custo da matéria prima no atacado, a produção de 300 picolés pode variar de R$ 21,00 (base água) e R$ 45,00 (base leite). Dependendo do seu público alvo, estes picolés podem ser vendidos de R$ 0,50 à R$ 0,70, totalizando, respectivamente, em R$ 150,00 à R$ 210,00.
R: Sempre de, no mínimo, 100%, considerando-se que o custo do picolé base água é de R$ 0,07 e de picolé base leite é de R$ 0,15, e podem ser vendidos ao preço mínimo de R$ 0,45. O preço do litro de sorvete custa R$ 1,30 e pode ser vendido a R$ 5,00.
R: Normalmente, os sorveteiros produzem uma quantidade maior no verão para guardar para o inverno, e assim conseguir atender a demanda sem gastos durante o período de menor venda.
R: O receituário de formulações é exclusivo para clientes, pois as receitas dependem diretamente da máquina adquirida. Não é possível fornecer receitas sem conhecer a fundo o processo da máquina, pois cada receita tem componentes que se comportam diferentemente em cada máquina.
R: Sim, pois o que diferencia é a formulação da receita do sorvete. Durante o treinamento, é apresentado o balanceamento de formulações a fim de que o futuro sorveteiro seja capaz de criar suas próprias receitas de maneira que consiga inovar no mercado.
R: O ponto de venda deve ser em uma via de fácil acesso, com um grande fluxo de pessoas, de preferência longe da concorrência, em um local de fácil estacionamento. O ambiente deve ser confortável, não poluído visualmente e uma boa apresentação de funcionários (uniformizados) é indispensável.
R: Nas regiões brasileiras em que há variação no clima, existe uma leve sazonalidade em função das estações do ano, então a maior venda será no verão. Para que a abertura de uma empresa seja um sucesso, não basta apenas considerar a época do ano. Aspectos como divulgação, público alvo e conceito, qualidade e preço do sorvete oferecido são tão importantes quanto o clima. Se dimensionados corretamente podem fazer uma sorveteria ser um grande sucesso mesmo nos dias de temperaturas mais baixas.
A prática demonstra que o planejamento de abertura deve anteceder o verão, pois equipamentos possuem prazo de fabricação, treinamento de funcionários, teste de produtos, contato com fornecedores para amostras. Todos esses itens e muitos outros já devem estar finalizados e uma pré inauguração deve ser feita para detectar pontos falhos, antes de se operar a plena capacidade.
R: Os equipamentos são indicados pelos nossos consultores em compatibilidade ao produto a ser fabricado, mercado a ser atingido, capacidade de investimento e tamanho da produção. Somente com essas informações é possível fazer o estudo de investimento, retorno do investimento, custo de insumos e produtividade máxima.
R: Quanto às formulações de sorvetes, só é necessário a assinatura de um profissional de área se o sorvete ou picolé tem algum apelo como funcional, diet e outros.
R: Para início de fabricação, o recomendado é uma Turbo 8 - picoleteira de 200 a 250 picolés por hora, uma produtora de massa PRO 4 - de 40 a 60 litros por hora, e um emulsor de caldas Mixer 15. Para a venda, no início, normalmente são utilizados dois carrinhos.
R: Para inicio dois freezers são o suficiente, um para picolé e outro para sorvetes.
R: Um volante vende cerca de 100 picolés por dia, independentemente da região esse é o mínimo observado.
R: Recomendamos a análise junto ao contador para obter a forma mais segura, pois sempre existirão os riscos trabalhistas. O que se deve fazer é minimizá-los.
R: A Finamac considera que a princípio o sorveteiro não possui domínio completo de produção e trabalhará com equipe reduzida. Portanto, se considerar 8 horas trabalhadas, teremos 6 horas de efetiva produção e as duas horas restantes são destinadas a pesagem, embalagem e outras atividades.
R: Cada picolé a base de leite (mais caro) custa R$ 0,15, e no varejo é vendido por R$ 0,70, sendo que o lucro por picolé é de R$ 0,55. Se vendidos 500 picolés por dia, o que equivale a duas horas de produção, o lucro diário é de R$ 275,00. Considerando-se 20 dias de vendas, o lucro mensal é de R$ 5.500,00.
R: Se cada litro de sorvete custa R$ 1,75 e produz no mínimo 10 bolas, cada bola de sorvete custa R$ 0,17, e pode ser vendida por no mínimo R$ 1,00, lucrando por bola R$ 0,83, e por litro de sorvete R$ 8,30. Se forem vendidos por dia 30 litros de sorvete, o lucro diário é de R$ 249,00 e o lucro mensal de R$ 4.980,00.
R: O retorno do investimento demora em média duas temporadas. Entretanto com vendas maiores, em uma temporada já se observa o retorno do investimento.
R: Sim, durante a homogeneização da mistura, a configuração retangular do balde promove uma incorporação de ar considerável, ajudando a aumentar o rendimento durante a incorporação de ar no congelamento da calda.
R: Vai depender do produto que se deseja preparar. O incorporador de sólidos permite maior variedade de produtos a ser incorporado, enquanto que o incorporador de polpas permite uma maior praticidade para o preparo de flocos e de produtos com pedaços de frutas.
R: A adição de preparados de frutas e líquidos agrega valor a sorvetes de máquinas continuas, e se tornou um fato corriqueiro e necessário. Muitas empresas oferecem equipamentos, denominados como injetores de líquidos, porém estes não atendem a necessidade de adicionar pedaços de frutas. O Incorporador de Frutas da Finamac é o único no mercado que permite incorporação dos pedaços da fruta, além de líquidos, devido à bomba ser projetada para a passagem de particulados maiores.
Os dosadores de sorvetes feitos para máquinas descontinuas podem trabalhar de diversas maneiras, sendo ou não acoplados à própria máquina, porém o envase destes sorvetes não é tão eficaz. Apesar de permitirem um controle (manual ou não) da vazão de sorvete a ser embalado, o sorvete ainda no dosador sofre derretimento, perda de ar (devido a perda de consistência) e de padronização, bem como formação de cristais de gelo.
A carga elétrica requerida na partida de um motor ou um compressor em produtoras descontinuas chega a ser 5 vezes maior do que a máquina já em funcionamento. O economizador de energia faz com que o equipamento trabalhe com apenas uma partida, reduzindo o consumo horário de energia além de prolongar a vida útil dos componentes.
É a alternância das fases da pasteurização sem que o operador tenha que manusear o equipamento, ou seja, o operador vai dar o primeiro comando indicando a que temperatura a calda deve ser pasteurizada, iniciando a produção. Assim, quando a temperatura é atingida a calda permanecerá no tempo já programado e, em seguida, iniciará o resfriamento. Um diferencial é a entrada automática na etapa de maturação assim que o resfriamento acaba, mantendo a calda a 4°C, até o operador desligar o equipamento. Este sistema permite o inicio da pasteurização a noite, proporcionando uma calda já maturada no dia seguinte, pronta para inicio da fabricação do sorvete.
R: O ciclo de pasteurização ocorre nos dois cilindros. No cilindro de cima ocorre o aquecimento, e no cilindro de baixo a calda será resfriada e automaticamente produzido o sorvete.
R: Não, o cilindro de aquecimento promove a mistura dos ingredientes.
R: Sim, em ambos os momentos pode haver duas opções de velocidades. No batimento do sorvete vai definir a consistência, textura e incorporação de ar; na extração, proporciona opção de decoração ou extração rápida do sorvete.
R: Os painéis são todos do mesmo modelo.
A pasteurização é um tratamento térmico que elimina os microorganismos patogênicos e reduz microorganismos deteriorantes, necessária para toda a calda de sorvete quando utilizado leite e derivados, ou ovos e derivados.
R: Sim, a pasteurização é necessária por exigência de legislação (RDC 267 – ANVISA), tanto para a calda de picolé quanto para a calda de sorvete. Ela traz benefícios como: segurança alimentar garantida, maior rendimento de calda, melhoria de sabor, e outros.
R: A pasteurização, além de um tratamento térmico, beneficia a calda com uma melhor homogeneização dos ingredientes, promovendo um melhor sabor, com possibilidade de maior tempo de maturação, e ganho de 20% no rendimento da calda e produção, de acordo com a legislação.
R: Sim, os parâmetros de tempo e temperatura são equivalentes aos requeridos pela legislação (RDC 267).
R: Porque proporciona maior tempo de maturação, onde a liga neutra e o emulsificante vão agir e incorporar ar à calda.
R: A pasteurização promove maior homogeneização dos ingredientes, melhor quebra dos glóbulos de gordura, maior ativação dos estabilizantes e emulsificantes, bem como maior tempo de maturação.
R: Sim, para todas as máquinas o processo de pasteurização respeita o ciclo requerido pela legislação, com parâmetros de tempo e temperatura equivalentes aos recomendados. Todas nossas máquinas possuem o ciclo automático.
R: Não, mas ambas possuem a possibilidade de programar tempo e temperatura diferentes dos preexistentes.
R: Ao contrario das outras pasteurizadoras no mercado, a PP 60 utiliza um sistema patenteado de regeneração de calor, que dispensa o uso de energia ou gás, proporcionando assim uma economia de energia, equivalente a R$ 0,03 por litro de calda pasteurizado.
R: A PRO 16 e Turbo 25 requerem uma pasteurizadora maior, pois se a PRO 16 produz 120 litros por hora do sorvete, são necessários 80 litros de calda para atender essa produção.
R: É a alternância das fases da pasteurização sem que o operador tenha que manusear o equipamento, ou seja, o operador vai dar o primeiro comando indicando a que temperatura a calda deve ser pasteurizada, iniciando a produção. Assim, quando a temperatura é atingida a calda permanecerá no tempo já programado e, em seguida, iniciará o resfriamento. Um diferencial é a entrada automática na etapa de maturação assim que o resfriamento acaba, mantendo a calda a 4°C, até o operador desligar o equipamento. Este sistema permite o inicio da pasteurização à noite, proporcionando uma calda já maturada no dia seguinte, pronta para inicio da fabricação do sorvete.
R: A salmoura não é mais utilizada, pois além de provocar danos corrosivos ao equipamento, também deteriora o ambiente.
R: O álcool utilizado nas picoleteiras é o etílico em quantidades de 92 à 99% da mistura, o resto é água, mas esta mistura é comprada pronta. Nunca se deve adicionar água ao álcool, pois maiores concentrações de água resultarão em uma mistura com um ponto de congelamento mais próximo de 0°C, reduzindo a capacidade produção do equipamento.
R: A agitação por bomba possui inúmeras desvantagens. Entre elas está o desgaste prematuro da bomba devido ao material em que é construído (ferro fundido ou aço carbono), que em contato com a umidade do álcool e por trabalhar em baixíssimas temperaturas, sofre o processo de corrosão, podendo resultar em vazamentos e gerando riscos de acidentes. Ao longo do uso o álcool absorve umidade e nos sistemas por bomba a agitação do álcool mais espesso, devido a umidade, é reduzida, diminuindo a produtividade do equipamento.
A agitação por turbilhonamento garante maior segurança e vida útil dos componentes, pois não permite que o álcool fique em contato com partes externas ao tanque, gerando menos manutenção do equipamento.
R: O álcool pode chegar a temperatura de até -38°C, porém o indicado é não utilizar temperaturas menores que -30°C, para uma efetiva troca de calor e maior rendimento do equipamento.
R: A baixíssima temperatura do álcool é dada justamente à lenta agitação do mesmo. Com uma agitação menor o álcool não sofre movimentação entre as formas o que demora ainda mais para congelar os picolés, prejudicando sua qualidade.
R: Depende exclusivamente da forma utilizada, mas atenção ao tamanho da forma:
• Se o comprimento for igual à forma de 22 cavidades (361 mm), cabem 4 formas verticalmente.
• Se o comprimento for igual à forma de 26 cavidades (456 mm) e largura de 144 mm, cabem 2 formas horizontalmente.
• Se o comprimento for igual à forma de 28 cavidades (456 mm) e 104 mm de largura, cabem 3 formas horizontalmente.
R: O ALCOOL COMBUSTIVEL É ALTAMENTE TOXICO. CUIDADO!
R: Depende da produção diária: uma embaladora vai fechar cerca de 3000 picolés por hora, portanto se sua produção diária da Turbo 25 for maior que 3 horas, o que equivale a no mínimo 3000 picolés/dia, o uso da embaladora se justifica, pois aperfeiçoa a produção, diminuindo o preço de embalagem.
R: São normalmente utilizadas 10 formas de 28 cavidades, mas a quantidade de formas vai variar de acordo com o modelo escolhido.
R: Em ordem de utilização: uma balança, um mixer 15, formas, picoleteira (turbo 8- turbo 25 turbo 80), seladora e freezer.
R: Os picolés são armazenados a temperaturas de -18°C a -22°C.
R: As produtoras artesanais podem produzir de 4 a 8 litros de calda por batida, para tirar de 7 a 12 litros de sorvete.
R: O material da porta é feito de plástico de engenharia especifico para alimentos. A vantagem do plástico frente ao aço inox é a sua capacidade de isolamento térmico, ou seja, o plástico de engenharia vai evitar que ocorra troca de calor entre o interior do cilindro (onde existem baixas temperaturas) com o ambiente (com temperatura elevadas), o que impede a queda no rendimento e cristais de gelo no sorvete, pois, em uma porta de aço inox há formação de gotículas de água que durante a extração caem no sorvete e durante o armazenamento se transformam em cristais de gelo.
R: Não, Pro 4 é uma produtora de sorvetes artesanais. Transforma a calda preparada no mixer ou na pasteurizadora em sorvete, incorporando no máximo 60% de ar.
Sim, é possível fazer potes pequenos, porém o volume convencional deste sorvete é 10 litros
R: Pela diferença de composição não é possível produzir sorvete italiano em máquinas para sorvetes artesanais.
R: Evita custos mais elevados de equipamentos e instalação.
R: A carga elétrica requerida na partida de um motor ou um compressor em produtoras descontinuas chega a ser 5 vezes maior do que a máquina já em funcionamento. O economizador de energia faz com que o equipamento trabalhe com apenas uma partida, reduzindo o consumo horário de energia além de prolongar a vida útil dos componentes.
R: A quantidade de calda necessária para fazer 10 litros de sorvete são 6,5 litros. Se o balde do mixer 15 comporta até 8 litros de calda, uma batida do mixer é compatível com a batelada da PRO 4.
R: Sim, só muda o teor de gordura e o derivado do leite utilizado.
R: A programação da temperatura para a extração do sorvete permite que o produto extraído sempre seja igual, pois a consistência e incorporação de ar sempre serão as mesmas. A temperatura influencia diretamente nestas características do sorvete, sendo assim o controle por tempo de batimento se torna ineficaz, já que o sorvete extraído sempre sairá em temperaturas diferentes impossibilitando assim, a padronização do produto.
R: Em máquinas de grande produção, o sistema de resfriamento deve garantir a mesma produção horária em longos períodos produtivos, mesmo em regiões quentes. Por isso o sistema de resfriamento a água (torre de resfriamento) traz ao equipamento um melhor desempenho, pois independe da temperatura ambiente, garantindo a mesma temperatura de entrada da água para o resfriamento do equipamento. Equipamentos menores não necessitam uma torre de resfriamento, pois a pequena produção não sofre altas quedas de rendimento com o sistema a ar.
R: A máquina Super C pode produzir até 180l/h, que trabalhando no mínimo duas a três horas por dia, em 5 dias de trabalho, teria em média esse rendimento.
O VOLUME DEVE SER COMPLETADO PERIODICAMENTE, DE ACORDO COM O NÍVEL INDICADO NO MARCADOR E DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO MANUAL DO EQUIPAMENTO.
O nível do tanque deve ser respeitado conforme as marcas. O Propileno Glicol deve estar 25 mm abaixo do suporte das formas. O equipamento possui uma tampa que permanece na maquina durante o tempo de produção. Durante a retirada das formas, o processo de extração deve ser sequencial, da esquerda para a direita, impedindo a contaminação.
Álcool Etílico de 92 a 99% é a melhor opção, porém em alguns países ele não é permitido, ou é muito caro, ou é difícil de encontrar. São utilizados aproximadamente 38 litros de álcool na Turbo 8.
Em caso de uso de Propileno Glicol, a solução deve ser de 40% de água + 60% Propileno Glicol, totalizando aproximadamente 38 litros da mistura.
A salmoura não é mais utilizada, pois além de provocar danos corrosivos ao equipamento, também deteriora o ambiente.
Quantas formas a máquina utiliza é um aspecto importante a ser avaliado na hora da compra, quanto MAIS formas dentro da máquina para uma mesma produção horária MENOR é a produtividade, além de um custo maior na aquisição, pois o sorveteiro terá de comprar um número maior de formas, conseqüentemente, um tempo maior de congelamento. Escolha uma picoleteira que irá produzir em 20 minutos por formada, caracterizando um congelamento rápido, o que garante a ausência de cristais de gelo, resultando em uma consistência e textura adequada.
A maior agitação do álcool na picoleteira garante uma troca de calor mais eficiente, congelando os picolés rapidamente e evitando a formação de cristais de gelo, além de não permitir a decantação de particulados colocados no picolé. Todavia, a menor agitação do álcool pode parecer mais efetiva, pois o álcool pode chegar a temperaturas muito baixas (-30°C), mas não haverá troca de calor, diminuindo a velocidade de congelamento, diminuindo a qualidade do produto final.
A TROCA DEPENDE DA FREQUÊNCIA DE PRODUÇÃO. GERALMENTE DURANTE A PRODUÇÃO PODE CAIR MIX DOS PICOLES NA SOLUÇÃO, QUE VAI SE CONTAMINANDO COM O TEMPO.
COMPLETAR VOLUME: COM O USO PERDEMOS SOLUÇÃO POR ARRASTE AO RETIRAR AS FORMAS. PORTANTO, DEVEMOS COMPLETAR A SOLUÇÃO PERIODICAMENTE, OBSERVANDO QUE O NÍVEL DA MESMA DEVE ESTAR DENTRO DAS MARCAÇÕES EXISTENTES NO TANQUE, EM FUNÇAO DO TIPO DE FORMA. OU SEJA, A SOLUÇÃO DEVE COBRIR ATE EXATAMENTE ONDE O ESTÁ O NIVEL DO MIX DENTRO DA CAVIDADE. NUNCA MUITO ACIMA.
A agitação por bomba possui inúmeras desvantagens, entre elas está o desgaste prematuro da bomba, devido ao material em que é construído (ferro fundido ou aço carbono), que em contato com a umidade do álcool, sofre o processo de corrosão, podendo resultar em vazamentos, gerando riscos de acidentes. Ao longo do uso o álcool absorve umidade e nos sistemas por bomba a agitação do álcool mais espesso, devido a umidade, é reduzida, diminuindo a produtividade do equipamento. A agitação por turbilhonamento garante maior segurança e vida útil dos componentes, pois não permite que o álcool fique em contato com partes externas ao tanque, gerando menos manutenção do equipamento.
A diferença de temperatura entre o ambiente e o interior da máquina (cilindro de produção), exige um material que impeça formação de gotículas de água na tampa do cilindro, que podem cair durante a extração do sorvete e formar cristais de gelo durante o armazenamento, por isso a utilização das tampas de plástico é mais recomendada, pois o inox não é um isolante térmico tão eficiente quanto o plástico.
Balança digital com escala de gramas, baldes, fogão para preparar caldas, freezers de armazenamento e de resfriamento da calda, pasteurizador.
A adição de preparados de frutas e líquidos agrega valor a sorvetes de máquinas continuas, e se tornou um fato corriqueiro e necessário. Muitas empresas oferecem equipamentos, denominados como injetores de líquidos, porém estes não atendem a necessidade de adicionar pedaços de frutas. O Incorporador de Frutas da Finamac é o único no mercado que permite incorporação dos pedaços da fruta, além de líquidos, devido à bomba ser projetada para a passagem de particulados maiores.
São utilizados aproximadamente 38 litros da mistura de água (40%) e Propileno glicol (60%)
Em máquinas de grande produção o sistema de resfriamento deve garantir a mesma produção horária em longos períodos produtivos, mesmo em regiões quentes, por isso o sistema de resfriamento a água (torre de resfriamento) traz ao equipamento um melhor desempenho, pois independe da temperatura ambiente, garantindo a mesma temperatura de entrada da água para o resfriamento do equipamento. Equipamentos menores não necessitam uma torre de resfriamento, pois a pequena produção não sofre altas quedas de rendimento com o sistema a ar.
O dimensionamento de uma fábrica de picolés é feito considerando-se o volume
diário de produção que o cliente deseja iniciar, para aqueles que desejam fazer o menor
investimento montamos um Kit Picolé, que contém, além de máquinas, também todos os
acessórios necessários para um pequena fabrica.
Caso em seu pais não seja permitido ou encontrado álcool etilico a 96ºC, que deve ser usado puro, é possível usar propilenoglicol conforme instruções nessa página .

Para maiores detalhes consulte nossa área técnica no e-mail ( ast@finamac.com.br) ou caso já possua o equipamento consulte o manual.
A programação da temperatura para a extração do sorvete permite que o produto extraído sempre seja igual, pois a consistência e incorporação de ar sempre serão as mesmas. A temperatura influencia diretamente nestas características do sorvete, sendo assim o controle por tempo de batimento se torna ineficaz, já que o sorvete extraído sempre saíra em temperaturas diferentes impossibilitando assim, a padronização do produto.
O álcool etílico e o propileno glicol não são corrosivos. As formas e alguns acessórios são feitos de aço inox AISI 304.
COMPRESSOR COPELAND (AMERICANO) OU LÚNITE HERMETIQUE (FRANCÊS), DE BAIXA PRESSÃO DE EVAPORAÇÃO.
Isso vai depender do tipo de negócio que o cliente optar, se escolher pela fabricação de picolés atualmente seria o menor investimento, se optar também pela fabricação de sorvetes temos um Kit Sorveteria com um valor diferenciado.
Para produção de 1600 picolés em 8 horas há necessidade de duas pessoas. Para produção de 1200 picolés em 8 horas, uma pessoa é suficiente.
TANQUE: FIBRA DE VIDRO E COMPOSTO POLIMÉRICO
AGITADOR: LATÃO
HÉLICE: AÇO INOX 304
Todo cliente Finamac tem suporte técnico exclusivo e todas as informações de receitas que temos em nosso sistema. Entretanto, o suporte técnico é exclusivo para clientes e, portanto, não enviamos solicitações de receitas para não clientes. Para o envio de receitas precisamos de algumas informações: Número de série do equipamento (fica numa placa azul), e o nome do consultor comercial do produto que vendeu o equipamento.