Titan 12
Equipamento industrial para produção de picolés
A Finamac Arpifrio foi a primeira e única empresa a projetar equipamentos de grande porte genuinamente nacionais. Foi por volta de 2000, ano em que o mercado de sorvetes industriais sofreu uma forte retração e os equipamentos de custo mais elevado ficaram inviáveis.
Dos equipamentos projetados no ano 2000, somente alguns, de menor custo, foram colocados em produção e continuam até hoje, como a envasadora rotativa Gyro Filler e as máquinas contínuas para produção de sorvete.
A necessidade de nossos clientes nos fez criar uma nova forma de fabricação de equipamentos de grande porte. Chamamos de produtos feitos em parceria, por serem máquinas que envolvem estudo específico das necessidades do cliente e fabricação sob encomenda.
Consulte nossos engenheiros e informe-se como construir o equipamento mais adequado para a sua indústria de sorvetes, com o menor custo possível.
A linha TITAN é fruto de um projeto de pesquisa preparado com apoio de universidades e de órgãos de fomento à inovação tecnológica. É o equipamento base para o desenvolvimento futuro de projetos ainda mais inovadores, a nível mundial, que utilizarão a tecnologia desta linha como ponto de partida e como contra partida de investimentos em pesquisa.
A indústria mundial de picolés difere da indústria brasileira porque as matérias primas encontradas no Brasil exigem muito mais dos equipamentos, visto que são adicionados granulados típicos de cada região e utilizam-se composições com maior dificuldade de congelamento.
Além disso, o clima brasileiro e as condições de operação exigem que equipamentos desse tipo trabalhem muito além do normal, situações em que os equipamentos importados não suportam pois são projetados para ambientes climatizados e com condições industriais garantidas (energia elétrica estável, sistemas de resfriamento regulares etc.).
As produtoras de picolés da linha TITAN são completamente automatizadas e atendem a padrões internacionais de higiene e segurança. Seus dispositivos já são adequados aos ingredientes mais difíceis de serem dosados e congelados, bem como seu sistema de refrigeração é superdimensionado para suportar ambientes quentes e úmidos, com condições operacionais severas.
Para produções a partir de 3000 picolés/hora (TITAN 3, TITAN 5, TITAN 8 e TITAN 12), o conjunto TITAN vem completo e pode ser personalizado de acordo com os tipos de picolé que a indústria deseja produzir.
Seu funcionamento é baseado num prato giratório que contém os moldes de picolés imersos em solução especial a -40°C, sem qualquer contato com o ambiente, em volta do qual são alocados todos os mecanismos de automatização do processo, que por sua vez são comandados por uma central computadorizada totalmente programável.
Uma central de armazenamento permite a alimentação de palitos de madeira (ou similares) e das misturas a serem utilizadas nos picolés, com monitoração da central eletrônica, que avisa quando é necessário abastecer cada seção. A operação é muito simples e requer pouquíssima mão de obra.
A saída do equipamento é sincronizada com uma embaladora de picolés automática, também monitorada pelo computador central da máquina. Todas as operações e possíveis falhas são totalmente acompanhadas eletronicamente, evitando travamentos e desperdícios de matérias primas durante o processo, além de oferecer segurança total ao operador.
São máquinas inteiramente preparadas para limpeza C.I.P. (Clean In Place - Limpeza No Local) e seus componentes suportam higienização industrial completa.
Indústrias de pequeno e grande porte podem contar agora com uma solução técnica avançada na produção de picolés, a custos muito inferiores aos equipamentos similares existentes no mercado.
As soluções técnicas aqui adotadas superam em muito o estado da arte atual de equipamentos para produção de picolés, fruto de um extenso período de pesquisa tecnológica aplicada, que só poderia ter sido planejado por uma empresa de engenharia que atua no mercado de sorvetes desde 1954.
1. Primeira e única máquina no mundo fabricada para trabalhar com componentes mais difíceis de serem injetados e congelados, sobretudo frutas típicas de Países Tropicais como o Brasil.
2. Fabricação 100% brasileira, com aços especiais da indústria local, a custos muito mais baixos em relação ao mercado internacional, visto que o Brasil é fonte de minérios e possui tecnologia para tal.
3. Com critérios de resistência e funcionamento muito mais rigorosos que os exigidos no mercado mundial, este equipamento suporta operações de nível severo só encontradas em Países muito quentes/úmidos e com condições de fornecimento de energia irregulares.
4. Sua construção resulta em soluções mecânicas muito simples e fáceis de serem executadas, o que reduz significativamente o custo de manutenção do equipamento. Todos os componentes pneumáticos, elétricos e eletrônicos são mundiais e certificados.
5. O prato que contém os moldes de picolés é desmontável em 6 partes, facilitando muito a manutenção preventiva. Equipamentos com prato feito em uma só peça requerem equipamentos especiais para içar o conjunto, que costuma ser muito pesado.
6. Permite conexão de seu computador central com a fábrica, via internet, o que auxilia sobremaneira o acompanhamento da operação do equipamento e de eventuais falhas. Um sofisticado sistema de auto diagnóstico já vem implantado na programação, de maneira que possíveis intervenções de manutenção são totalmente objetivas e seguras. Não há dependência do que um técnico pode avaliar subjetivamente, pois o computador estabelece o diagnóstico final OBJETIVAMENTE.
7. O equipamento é fornecido como um "pacote fechado", com módulos pré montados e interligáveis, evitando assim implantações muito demoradas no local onde vai produzir, o que diminui significativamente o custo inicial para instalação.
8. Treinamento completo online e presencial, para operador, técnico de manutenção e administrador da fábrica, com vasta documentação técnica de montagem, reparos e previsões de custos. O apoio da fábrica é dado por um sistema inédito de vídeos e material auto explicativo, englobando todas as situações possíveis e imagináveis que uma linha de produção de picolés pode enfrentar. Isso reduz abruptamente custos com técnicos de manutenção especializados e a consequente perda de tempo nesse processo.
9. Todas as patentes de inovação aplicadas nesse equipamento pertencem à Finamac. Não há qualquer dependência de terceiros, o que reduz significativamente o custo final do equipamento.
10. Este equipamento difere completamente de similares mundiais, que requerem período de implantação caro e longo, dependência de manutenção exclusiva e custosa, peças de reposição absurdamente caras etc.
11. Para o mercado brasileiro, cria-se finalmente a independência tecnológica de Países distantes, pois o produtor de picolés pode contar com tecnologia avançadíssima em nosso território, sem impostos de importação, sem dificuldades documentais para financiamento e sem os custos elevadíssimos que envolvem a implantação, o funcionamento e a manutenção do equipamento.
12. Para o mercado internacional, as indústrias de picolés se beneficiarão de uma tecnologia de nível superior, que não deixa a desejar em relação a qualquer outro produto similar, a custos significativamente menores, que somente um País emergente como o Brasil pode oferecer.
| Detalhes Técnicos |
| Consumo de energia elétrica | 95 kW |
| Instalação Elétrica | 380V, Trifásico, 60Hz. |
| Dimensões |
| Dimensões do equipamento | Largura = 4600 mm,
Altura = 2500 mm,
Comprimento = 5550 mm. |
| Peso |
| Peso líquido | 2000kg |
| Produção |
| Capacidade de produção | 8000 a 12000 picolés por hora. |
| Condensação | Água. |
Os dados acima referem-se à TITAN 12. Para dados técnicos das TITANs 3, 5 e 8, entre em contato conosco.
Principais funcionalidades:
1. Dosagem volumétrica assistida: um transdutor linear acoplado ao cilindro dosador monitora seu deslocamento, controlando o volume succionado e dosado.
2. Sugador volumétrico assistido: idem ao sistema de dosagem.
3. Sistema Touch: todos os controles e sistemas de supervisão são monitorados, controlados e configurados via interface totalmente sensível a toque.
4. Sistema de informações via e-mail e manutenção assistida: toda e qualquer ocorrência, sendo ela gerada por falha, defeito, manutenção ou avisos de produção como velocidades de trabalho, quantidade de peças produzidas e tempo de trabalho, são informadas via e-mail ao responsável de produção e à Finamac, tornando todas as ocorrências monitoráveis. Avisos de manutenção após transcorrer um determinado tempo de trabalho são informados, a fim de tornar as manutenções preventivas e preditivas previsíveis e controladas pelo próprio equipamento.
5. Mapeamento da mesa: sempre que uma carreira de cavidades for dosada, esta passa a ser monitorada até sua extração, portanto todas as operações como sucção, dosagens secundárias, palitagem e extração são monitoras por carreira de cavidade dosada.
Dessa forma, quando a mesa estiver vazia ou houver ocorrências de paradas provisórias, como na troca de sabor, estas poderão ser realizadas sem a interrupção total do equipamento, evitando perdas excessivas na produção.
Esse sistema também prevê a parada do equipamento somente quando toda a mesa estiver vazia.
6. O manual operacional do equipamento fica disponível na seção manutenção, na tela de controle do equipamento. Telas de manutenção com check lists são ativadas em determinadas circunstâncias, indicando as manutenções que deverão ser realizadas após certo número de horas de uso do equipamento.
Telas interativas e de fácil aprendizado:
Menu de entrada:
Telas explicativas:
Menu de configuração:
Tela de supervisão:
Configurador de email:
Dimensional:
TITAN + Planta de pasteurização + tinas de maturação
TITAN + Produtoras contínuas
TITAN + Túnel de congelamento
Máquinas para produção industrial de picolés podem ser divididas em duas categorias básicas:
1. Com fluido de imersão em ambiente aberto.
2. Com fluido de imersão em ambiente fechado.
Entende-se por fluido de imersão o líquido resfriado que banha os moldes de picolés e é responsável pelo congelamento destes.
Em máquinas convencionais, não automatizadas, pode ser usado como fluido de imersão o propileno glicol (similar ao fluido usado em radiadores de automóveis), o álcool (somente em Países onde esse uso é permitido) ou a tradicional salmoura (água + sal de cozinha).
Em equipamentos automatizados como a TITAN são utilizados fluidos à base de Cloreto de Cálcio, que possibilita temperaturas mais baixas.
Máquinas onde o fluido pode ser visto pelo operador são equipamentos que se enquadram na categoria 1, ou seja, o fluido tem contato com o ambiente de produção. Nesta categoria encaixam-se as máquinas "Ovais" e as máquinas lineares.
As máquinas ovais possuem moldes separados em conjuntos de 20 picolés (mais ou menos), que caminham num tanque oval onde é colocado o fluido refrigerante. O formato desse tanque é chamado de oval mas na verdade ele é composto de duas retas paralelas unidas por duas curvas de 180 graus. As formas ficam lado a lado e caminham no sentido horário ou anti horário dentro do tanque. Na região da curva as formas se separam e o fluido fica exposto ao ambiente.
Nas máquinas lineares as formas (também separadas em grupos de picolés) são mergulhadas num tanque linear, ao final do qual são extraídas e enviadas para baixo do tanque, onde são lavadas, como uma esteira de trator. Neste caso, também há contato do fluido com o meio ambiente.
Nos equipamentos do tipo TITAN, conhecidos como máquinas ROTATIVAS e enquadradas na categoria 2, as formas estão soldadas num prato, que por sua vez tampa o tanque que contém o fluido refrigerante. É o único equipamento em que o fluido não tem contato com o meio ambiente e também o único a ser considerado 100% correto para ambientes industriais.
O fato de ser uma máquina giratória implica numa facilidade muito maior de movimentação mecânica, daí ser considerada a solução mais moderna na indústria de picolés.